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    Soba L: Análise do Rap Luso [Brasil, Angola, Portugal]



    A história do Rap Brasileiro tem sido imortalizada por exímios compositores ao longo destas duas décadas. Uma história edificada pelos Poetas magistrais da velha escola como: Gabriel, Eduardo, Brown, Mv, Marechal, Gutierrez, e que tem sido sedimentada pelos alunos da nova escola como: Fluxo, Neil Sentimentum, Kamau, Emicida, Rashid e Projota. Com efeito, nenhum dos senhores supra citados, cuspiu doutrinas alternativas, contundentes e rústicas como o Sabotage. Sabotage foi o anti herói do Rap Brasileiro, com uma postura contra cultura, subversivo e intervencionista, Sabotage foi a CNN das favelas brasileiras. 

    O percurso do Rap Português tem sido marcado por compositores fascinantes nas últimas duas décadas. Um itinerário que foi arquitectado pelos Poetas sublimes da velha escola como: AC, Mundo, Chullage, Fusível, Valete, Sam The Kid, e que tem sido regenerado e revitalizado pelos alunos da nova escola como: Nokas (Infinito), Jimmy P, Jêpê, Each, Sacik Brow e Invisível. 
    Entretanto, nenhum dos senhores acima referenciados cuspiu doutrinas alternativas, contundentes e rústicas como o Allen Halloween. Halloween é o anti herói do Rap Português, com uma postura contra cultura, subversivo e intervencionista, Halloween é a CNN dos subúrbios lusitanos

    Quando se escreve sobre as memórias do Rap Angolano, é extremamente argiloso precisar datas, tal qual na história da nossa independência política, os discursos são tudo menos consensuais, há quem diga que o país foi libertado a norte, outros defendem as revoltas do sul, centro e vice-versa. Há quem diga que os primeiros registros fonográficos do Rap Angolano foram registados na Maianga, outros defendem os Combas (Feira Ngoma) e vice-versa. Em fim, A caminhada do Rap Angolano tem sido notável e memorável, sobretudo pela competência e destreza daqueles que são os Poetas da velha escola como: Klever, Rage Sense, Wawuti, Raf Tag, Mayanda, Mck, Matafrakuxz, Yannick, e apesar da falta de consenso e convergência na passagem das estafetas, essa caminhada, do Rap Angolano, tem sido consolidada pelos alunos da nova escola como: Ngana, X Da Questão, CFK, Kid Mc, Dji Tafinha, Fly Skuad e Abdiel. Todavia, nenhum destes senhores cuspiu doutrinas alternativas, contundentes e rústicas como o nosso mano Phay Grand O Poeta. Phay Grande é o anti herói do Rap Angolano, com uma postura contra cultura, subversivo e intervencionista, Phay Grand é a CNN dos ghettos angolanos.  Uma cena mesmo alternativa, experimental, aquela sonoridade suja, Real Talk, sem grandes operações de cosmética. Pela ousadia e criatividade, Mad Propz ao nosso compatriota. Respeito! PS: É só uma dica, cada um tem a dele esta é a minha dica. 

    Texto Por: Soba  L || www.sobalismo.blogspot.com

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